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Como prevenir a Leishmaniose?

Atualizado: 22 de Ago de 2018


Provavelmente você já ouviu falar dela! Trata-se de uma doença parasitária grave, que tem o cão como o principal reservatório do parasita, causada por um protozoário transmitido por um inseto bem pequeno, cerca de 3mm, conhecido como mosquito-palha. Quando o cão é picado pelo mosquito-palha infectado e desenvolve a doença, pode apresentar alguns sintomas inespecíficos. O primeiro deles é a perda de apetite, comum na maior parte dos casos. O segundo é o aparecimento de lesões nas pontas das orelhas e ao redor dos olhos. Na fase mais avançada, surgem os primeiros sinais de insuficiência renal crônica e um crescimento acelerado das unhas, bem como a insuficiência de outros órgãos, já que é uma doença visceral. Se não tratada, infelizmente leva o cão a óbito.


Diante de uma doença tão grave, como você pode evitar que o mosquito transmissor se aproxime do seu cão?


A primeira medida a ser tomada é a limpeza dos ambientes em que o cão vive. Como o inseto transmissor se instala ao nível do solo, próximo à vegetação, sobre folhas, raízes de árvores, fezes em decomposição, troncos e tocas de animais, o ideal é manter o seu quintal sempre limpo.


A segunda é evitar a permanência do cão em lugares do quintal que sejam úmidos e sem vento e que tenham alimentos por perto. Manter o cão dentro de casa no período de maior atividade do mosquito, desde o entardecer até o amanhecer, também é uma boa ideia.


A terceira é adotar o uso de repelentes dentro de casa e instalar telas nas portas e janelas para que o transmissor não tenha acesso ao animalzinho.


A quarta medida é proteger o seu cão por meio de repelentes como o Spot-on ou com coleiras que contenham em sua formulação a Deltametrina, conforme recomenda a Organização Mundial da Saúde.


A quinta é vacinar o seu cão, visto que a circulação e a presença do mosquito nem sempre podem ser evitadas. Caso haja falha nas medidas preventivas, ele estará mais bem preparado para combater a Leishimania.


Assim como a Dengue e a Chikungunya, a Leishmaniose é uma doença endêmica e normalmente negligenciada. Por mais que atualmente os animais possam ser tratados, coisa que até pouco tempo era proibida, a melhor forma de lidar com a doença é fazer a sua prevenção. A nossa veterinária, Dra. Tati, foi a primeira profissional a descobrir a doença aqui no estado e foi uma das precursoras na defesa de um tratamento para o animalzinho infectado. Ela explica que houve um grande avanço nessa questão, mas que o tema ainda é polêmico e gera as mais diversas dúvidas e opiniões.


Se o seu cão apresenta algum dos sintomas típicos da doença, traga ele para uma consulta e inicie o tratamento o mais rápido que puder. O nosso plantão é 24 horas e temos sempre uma equipe preparada para qualquer situação. Lembre-se de que as medidas devem ser tomadas em conjunto e que somente com a participação de todos será possível nos livrarmos dos problemas da Leishmaniose.


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